Mais uma vez, o Vasco cria inúmeras chances de gol, mas não tem um camisa 9 para empurrar a bola para o gol adversário. Foi assim contra o Atlético-MG, Avaí e, agora, Inter. Sete pontos que ficaram no caminho e não tem volta. Tudo porque não tem um 9. No elenco, não tem um jogador com esta característica. Alguém pode dizer: “Mas tem o Nunes”. Quando ele teve sequência? Ele está no departamento médico, de novo. Aliás, chegou machucado.
Élton, que nunca foi, para mim, o 9 ideal, era o 18, poderia exercer esta função. Só que o Vasco negociou o artilheiro da Série B para apostar em Rafael Coelho. Resultado: a bola não entra. PC Gusmão já testou várias opções, inventou algumas (como Carlos Alberto de centroavante) e nada.
Não é possível que nas categorias de base não tenha um camisa 9, um goleador. O Jonathan é bom jogador, mas não é o 9 esperado. Eder Luis está longe de ser o goleador. No máximo, ele e Zé Roberto são os preparadores das jogadas.
Com o atual elenco, o Vasco pode sonhar, no máximo, com uma vaga na Sul-Americana. Isso sem falar no companheiro do Dedé. O zagueiro está trabalhando por ele e por quem joga ao seu lado. Pode ser Fernando, que falhou no gol do Inter, ou Titi.
Para piorar o quadro, o departamento médico segue cheio. Pelo visto, a torcida do Vasco vai ter que esperar por Felipe e Carlos Alberto para 2011. Quem sabe, como uma boa pré-temporada, os dois não rendam o esperado.
Até lá, empates e poucos gols no caminho vascaíno nesta temporada!
Dois pontos separam o Flamengo da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Nove distanciam o Vasco do sonho de entrar no G4. O que estaria acontecendo com duas forças do futebol carioca e brasileiro? Erros extra campo, contratações erradas ou fragilidade dos elencos, qual a explicação? Quem tem culpa? Em que posições eles chegarão no fim da competição?
São muitas perguntas, mas são as mesmas que os torcedores estão fazendo pelas ruas do Rio. Antes da Copa do Mundo, o Flamengo era favorito ao título e o Vasco lutava para sair da zona de rebaixamento. Veio a Copa da África e tudo mudou. Na Gávea, Bruno, Adriano e Vagner Love foram embora, enfraquencendo o elenco rubro-negro. Zico chegou tentando organizar a casa, mas esbarra na burrocracia interna.
Em São Januário, Celso Roth se mandou para o Inter e PC Gusmão assumiu. De cara, o novo treinador ganhou vários reforços e fez o time subir na tabela. O problema é que a equipe empacou. Depois de muitos empates (10 ao todo), o Vasco entrou na fase da marola, não se aproxima do G4 e está 7 pontos do Z4, mas com um jogo a menos (é bom ressaltar).
Zé Roberto e Éder Luís entraram bem no time, mas Carlos Alberto não consegue ter sequência e Felipe está no departamento médico, junto com Ramon, que está fazendo muita falta.
No Flamengo, a demora na troca de comando somado aos reforços fora de forma dão o tom da dificuldade que o time tem para subir na tabela. Mesmo assim, Silas precisa, urgentemente, colocar o dedo em algumas feridas (leia-se: medalhões).
Pet não tem condições de ser titular e o treinador já percebeu isso. Agora, é hora de trocar o Ronaldo Angelim. Ele está lento na temporada 2010 e não dá para viver do gol do título brasileiro de 2009.
O problema maior no Fla é o ataque. Os atacantes não desencantaram na competição. Deivid e Diogo, as esperanças por dias melhores, estão fora de forma e sem ritmo. Então, sobra para o torcedor aturar o Val Baiano.
Estes motivos talvez expliquem o sobe e desce do Flamengo e do Vasco no campeonato.
Analisando os adversários dos cariocas, neste final de semana, penso que os clubes do Rio têm muita chance de obter resultados positivos. Pelo menos no papel, a maioria dos rivais não mete muito medo.
O Vasco vai até Fortaleza para enfrentar o Ceará. A queda meteórica do time cearense na tabela de classificação, me leva a acreditar e apostar que o clube de São Januário, mesmo atuando fora de casa, pode conquistar um resultado positivo.
No sábado também, o Botafogo recebe o Grêmio no Engenhão. Se a crise entre Joel Santana e Loco Abreu não atrapalhar, vejo o Fogão com grandes chances de somar mais três pontos na tabela. Aliás, espero que o torcedor compareça em bom número ao estádio. O time está merecendo.
No domingo, mais duas partidas. O Fluminense vai a Campinas encarar o Guarani. Vi o jogo entre Flamengo e Guarani e achei o time campineiro esforçado, porém com limitações técnicas. Entendo que se o Tricolor não se complicar a vitória é certa.
No Maracanã, haverá o jogo mais difícil para os cariocas. O Flamengo recebe o Santos, que voltou a vencer nos últimos jogos e está em busca da tríplice coroa (clube que ganha três títulos no ano). A partida para o Rubro-negro não é fácil, mas a ausência de Neymar é um ponto positivo para o time de Silas, que terá a chance de escalar pela primeira vez Deivid e Diogo juntos.
Bom, é esperar para ver se essa minha previsão se confirma. E você? O que acha? Pensa como eu ou discorda? Participe! Opine!
Mais de mil apaixonados vascaínos foram ver de perto o goleiro Fernando Prass. O jogador participou de uma noite de autógrafos na loja Hawaii Sports, no Shopping Tijuca. O evento estava marcado para as 20h, mas desde cedo os torcedores chegaram para garantir um lugar na fila. Em outros tempos, um goleiro não despertava tanta atenção, isso era com o camisa 10, 9 ou 11 do time. Só que os tempos são outros.
Fernando Prass colocou um ponto final na posição que andava carente no clube. Além disso, participou de uma fase de transição. A saída da série B foi um marco para a nova geração. Prass atendeu a todos com muita alegria, tirou fotos, distribuiu autógrafos e simpatia.
A noite mostrou que o Vasco tem vários ídolos. Carlos Alberto e Felipe, os mais famosos e caros do elenco, sabem que Fernando Prass também conquistou um lugar no coração dos torcedores. Os resultados dentro de campo também ajudam neste processo de idolatria.
Tem um outro fator que chama a atenção: Prass é um cara sério e um profissional sem nada que faça um pai desistir de comprar uma camisa de goleiro para seu filho. Um exemplo, algo raro nos dias de hoje do futebol.
As últimas semanas têm sido bem agitadas no STJD. Primeiro, houve a confirmação da punição ao Grêmio Prudente, que perdeu três pontos por ter escalado o atleta Paulão de forma irregular contra o Flamengo. Depois, multou o São Paulo por ter ultrapassado o limite de tempo para voltar ao campo contra o Atlético-PR.
Destaque, porém, para a dupla Neymar (Santos) e Carlos Alberto (Vasco) que chamaram a atenção daqueles que acompanham as notícias do STJD. A dupla, protagonista dentro de campo, dessa vez protagonizou duas situações que evidenciam bem o novo tempo vivido pelo esporte que, cada vez mais, está integrado à realidade virtual.
O meia-atacante do Vasco foi expulso contra o Vitória, ao “aplaudir ironicamente a arbitragem após receber cartão amarelo”, conforme consta na súmula da partida. Já o atacante Neymar estava correndo risco de ser denunciado em virtude de ter sido publicado em seu twitter o seguinte comentário: “juiz ladrão vai sair de camburão”, após um pênalti marcado contra seu time e que tinha como adversário o Vitória.
Caso tivesse sido denunciado, o atacante santista teria de responder pelo mesmo artigo que o atleta vascaíno, o artigo 258 – assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva. Entretanto, o jovem craque da equipe santista não foi denunciado em virtude de ter alegado que não foi ele quem teria escrito tal comentário ofensivo ao árbitro, conforme declaração dada pelo Procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt.
A decisão da Procuradoria em não denunciar o atleta santista abre um precedente perigoso para casos parecidos. A partir de agora, basta o treinador ou atleta escrever algum comentário desrespeitoso em seu twitter e logo depois apagar e dizer que não foi ele quem escreveu? A declaração será divulgada, terá sua finalidade atingida e o declarante ficará de vítima por ter tido sua senha burlada.
Ótima dica para o Carlos Alberto e outros que, da próxima vez, devem ficar quietos e, após a partida, twittarem o que quiserem contra a arbitragem da partida. É só dizer que não foram eles que fica tudo certo.
A propósito, é mais grave chamar o juiz de ladrão ou aplaudir ironicamente após receber cartão amarelo?
*colaborador do Monstro: Fabrício M.de Oliveira
twitter: @famoliveira01
O Maracanã vai fechar, parcialmente, para as obras da Copa de 2014. Neste ano, o ritmo das obras vai ser lento, mas já o suficiente para mudar o cenário que o torcedor está acostumado. O estádio não vai ficar com a mesma capacidade apresentada no clássico Vasco x Fluminense. Mais de 80 mil apaixonados invadiram o estádio para dar um até breve.
O espetáculo escolhido não poderia ter sido melhor. Quatro gols, virada no placar, muita emoção, estreia, lambanças e tudo que pode compor um grande clássico. Pelas chances criadas, o empate foi justo, uma vez que os times alternaram bons momentos durante a partida.
Agora, de onde ninguém esperava veio a grande lambança da noite. Felipe, dono de técnica invejável, resolveu ser senhor de si e abusou da displicência ao tentar sair jogando dentro da área. Perdeu a bola e Zé Roberto, dispersou, deixou Julio Cesar roubar a bola e empatar o clássico.
Aliás, esta dupla do Vasco destoou do time no Maracanã. O Fluminense apresentou as suas armas. A jogada aérea e Deco. Só que a segunda ainda está descalibrada, como foi visto no fim do jogo. Agora, quando Deco entrar em forma, vai ser difícil segurá-lo ao lado do Conca.
Mas, o meu assunto é o Maracanã. Vem mais uma reforma e o torcedor vai curtindo os últimos capítulos desta história. A partir de janeiro, Engenhão, São Januário, Cidadania serão os novos palcos dos jogos dos cariocas.
O bom e velho Maraca vai sair de cena para receber, talvez, a última grande reforma. No entanto, antes de mudar de roupa, ele viu um grande clássico, à altura da sua tradição!!!
O dia 21 de agosto é especial para os vascaínos. É o dia de comemorar mais um aniversário. Neste dia 21, 112 anos de tradição e títulos. Clube que abriu as portas para o negro, lutou contra o sistema, construiu um estádio na década de 40 e eternizou ídolos, como Vavá, Belini. Roberto Dinamite, Romário, Edmundo e muitos outros. A Copa Libertadores, de 98, é a maior conquista dentro do campo.
Só que o time amargou o rebaixamento no Campeonato Brasileiro, 10 anos depois. Mas, a caravela navegou por mares tranquilos na série B e avolta à série A era questão de tempo. Às vésperas de enfrentar o Fluminense, o Vasco comemora mais um ano de fundação de olho na tabela do Campeonato Brasileiro.
Dinamite não joga, preside. Então, a função de dar alegrias ao torcedor está reservada a Felipe, Zé Roberto, Carlos Alberto e companhia. Para homenagear a torcida, um vídeo produzido pelo PFC, com um pouco mais da gloriosa história e gols inesquecíveis.
Um Vasco e Fluminense como nos velhos tempos. Maracanã lotado, torcidas empolgadas e times em ascensão no Brasileirão. De um lado, o Fluminense líder do campeonato e cheio de estrelas. Do outro, o Vasco crescendo sob o comando do técnico PC Gusmão, que tem um time para sonhar com voos mais altos em 2010. O banco de reservas pode fazer a diferença no domingo.
Os treinadores são estrategistas e talentosos. Muricy Ramalho tem mais currículo e um elenco mais forte nas mãos. Só que PC tem o mérito de ter reorganizado o Vasco, que estava perdido até a Copa do Mundo e era apontado como um sério candidato ao rebaixamento. Com as chegadas de Felipe, Zé Roberto, Éder Luís e Carlos Alberto, o time ganhou em experiência e qualidade.
Falando em qualidade, Deco é a próxima atração no lado tricolor, mas acho que Muricy vai deixá-lo como opção para o segundo tempo. Lançar o reforço logo no início pode ser repetir o erro cometido quando Belleti teve a estreia antecipada. Onde ele está? No departamento médico.
Além disso, o Fluminense está certinho no esquema 3-5-2. Quando Deco entrar, um zagueiro precisa sair, com Diogo sendo recuado para formar o terceiro zagueiro.
No Vasco, Carlos Alberto, que deve estar fazendo pressão no PC para começar como titular, o que é normal, pois ele quer sempre jogar, deveria ficar no banco. Ele está fora de forma e o time acertou com Eder Luís e Zé Roberto na frente.
Mesmo distantes na tabela do Brasileirão, não dá para apontar um favorito no domingo. Mas, uma coisa é certa: vai ser um jogão à altura das tradições dos clubes e do Maracanã.
O que fazer quando um jogo de futebol se resolve em três minutos? Confesso que pensei em sair para tomar um chope, mas o dever me obrigava a ver a partida até o fim. E um jogo que parecera promissor porque o Internacional começara marcando bem, sem dar espaços e saindo rápido para o contra- ataque.
Mas o Fluminense tinha Conca, Mariano, Diguinho e outros mais. Um gol aos 29 minutos e outro aos 32 apenas mostraram que o misto do Internacional não teria pernas para virar o jogo.
Bem que o Internacional, fiel às suas origens, esboçou uma reação assim que começou o segundo tempo, mas Conca tratou de mostrar que quem mandava era ele. Um passe magistral para Emerson e aí sim não havia mais dúvidas sobre o resultado.
O Fluminense mostrou que tem elenco e time para estar na liderança do campeonato. Só espero que o Internacional também tenha time para a decisão da Libertadores.
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Já o Flamengo mostrou que está sem nenhum poder ofensivo. Venceu o Ceará por 1 a 0 graças a um pênalti sofrido por um jogador de meio de campo e cobrado por outro. Val Baiano e Leandro Amaral estão fora de forma física e técnica e são carregados por seus companheiros.
O pior é que olhando para a Gávea não vejo nenhum atacante em condições de entrar em campo e marcar os gols que o time está urgentemente precisando.
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Parabéns para Botafogo e Vasco, que transformaram a rodada em um evento carioca.
A partir de hoje, vou abrir um espaço para dar notas as jogadores do principal jogo da rodada. Escolhi o clássico Flamengo x Vasco, no Maracanã, para abrir os trabalhos. Fique à vontade para participar e dar as suas notas também. Lembre-se que futebol é discussão de ideias e todos podem participar.
FLAMENGO Marcelo Lomba – Boa atuação, principalmente no primeiro tempo. Fez importantes defesas – Nota 8
Léo Moura – Cresceu no segundo tempo, mas teve trabalho com o lado esquerdo do Vasco – Nota 6,5
Jean - Teve dificuldades para segurar Nunes no primeiro tempo. No segundo, se impos pela força, mas tem pouca técnica – Nota 5
Ronaldo Angelim – Jogou com a seriedade de sempre, não inventa – Nota 7
Juan – Discreto em boa parte do jogo. Apoiou pouco e foi envolvido no primeiro tempo pelo lateral Irrazábal – Nota 5 Willians – Incansável na marcação ao meia Felipe. Ainda teve fôlego para avançar – Nota 7,5 (Michael) – Tem vaga neste time. Entrou bem e melhorou a produção do lado esquerdo. Nota 6,5
Corrêa - Atuação discreta. Tem categoria para a função de volante, mas precisa aparecer mais sem a bola – Nota 5
Kleberson - Há quanto tempo não joga? Um pentacampeão que pode ir para o banco – Nota 3
(Fernando) – Entrou para compor o meio-campo. Pouco brilho nos minutos em que esteve em campo – Nota 4
Petkovic – Único a pensar no meio-campo do time. Quando cansa, o Flamengo some, mas é sempre perigoso – Nota 7
Borja – No máximo, uma boa opção no banco de reservas. Brigou muito e só - Nota 3
Val Baiano – Ainda está fora de forma e sem ritmo de jogo. Brigou com a bola. Foi notado quando levou um cartão amarelo – Nota 2 (Vinícius Pacheco) – No atual time, não pode ficar no banco. Seria uma boa opção para puxar contra-ataque, mas não entrou bem - Nota 4
Téc: Rogério Lourenço – Armou um time muito atrás, para explorar o contra-ataque. Escolheu mal as peças – Nota 4
VASCO Fernando Prass – O nome do jogo. Fez defesas sensacionais. Ainda precisa melhorar a reposição de bola - Nota 9
Irrazábal - No início, o paraguaio deu a impressão de que seria a solução para o setor, mas caiu – Nota 5
(Fágner) – Entrou cercado de expectativa, mas foi pouco acionado. Mesmo assim, quase fez um gol – Nota 6 Dedé – Zagueiro sério e que não inventa. Às vezes, erra na pegada. Venceu a maioria das jogadas – Nota 7
Fernando - Sentiu o tempo fora da equipe, mas salvou o time em alguns momentos - Nota 6 Carlinhos – Vem subindo de produção e começou bem o clássico, mas caiu junto com o time no segundo tempo – Nota 6 Nílton – Atuou como terceiro zagueiro e fez bem a função. Pode ser a sua posição no novo time do Vasco – Nota 6 Rafael Carioca – Bom jogador, desarma com precisão, mas não precisava dar a cotovelada em Willians – Nota 6 Rômulo – Atuação abaixo das anteriores. Sentiu o clássico – Nota 4 Felipe – Sentiu o ritmo da partida e ainda está distante do Felipe que pode ser – Nota 5 (Éder Luís) – Não tem vaga no time, mas é uma boa opção. Precisa aprender a chutar – Nota 4
Zé Roberto – Melhor opção ofensiva do Vasco, deu bons chutes no primeiro tempo, mas cansou no segundo – Nota 7 Nunes – Era uma boa opção na frente, fazia bem o pivô, mas precisa ter mais presença dentro da área – Nota 6
(Carlos Alberto) – Claramente fora de forma e sem ritmo, mas PC Gusmão vai ter que encontrar vaga para o capitão. Não pode ser em lugar do Nunes – Nota 4
Téc: PC Gusmão – Errou ao tirar Nunes, mas passou a ter um bom elenco nas mãos. Segue invicto no Brasileirão e está arrumando o Vasco – Nota 6