Maus exemplos

Muricy Ramalho saiu na bronca com o empate do Fluminense (Wallace Teixeira/Photocamera)

Os dois gols do Guarani, já nos descontos, na vitória sobre o Flamengo, deveriam servir de alerta para todos os participantes do Campeonato Brasileiro. Podem servir de exemplo para alguns, mas certamente passaram ao largo nas Laranjeiras.

Os tricolores podem ficar irados, porque o castigo foi exemplar. Todas as vezes em que o Fluminense faz um gol antes dos 20 minutos baixa sobre o time um relaxamento que beira a preguiça. A marcação afrouxa, os passes laterais se repetem e a bola fica restrita ao meio.

Deco e Conca, geralmente sofrendo marcações individuais, continuam a ser os donos da bola e nem sempre encontram soluções para agilizar os ataques. Contra o Palmeiras, depois do gol o Fluminense começou a sentir a pressão adversária e a falta de espaço para jogar.

No primeiro tempo os dois times erraram 31 passes, mais pelas pressões mútuas do que por falta de habilidade. O panorama foi o mesmo no segundo, com vantagem para o Palmeiras, mais ofensivo, perseguindo o gol de empate.

E ele veio aos 48 minutos, em bela jogada que terminou com um  toque de Everton. O Fluminense disputou seis pontos no Maracanã e ganhou apenas dois por absoluta falta de atenção.

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A pior campanha dos cariocas. Esta é a pecha que o Flamengo carrega desde o reinicio do campeonato. Tem o pior ataque, com 14 gols em 18 jogos e sofre com déficit, porque sofreu 15.  Parece  não ter soluções, porque Val Baiano e Cristian Borja continuam sendo utilizados.

Tudo está errado na Gávea. Do goleiro ao ponta esquerda.

Despedida digna de Maracanã

Julio César ganhou a jogada de Zé Roberto e empatou o clássico (Wallace Teixeira/Photocamera)

O Maracanã vai fechar, parcialmente, para as obras da Copa de 2014. Neste ano, o ritmo das obras vai ser lento, mas já o suficiente para mudar o cenário que o torcedor está acostumado. O estádio não vai ficar com a mesma capacidade apresentada no clássico Vasco x Fluminense. Mais de 80 mil apaixonados invadiram o estádio para dar um até breve.

O espetáculo escolhido não poderia ter sido melhor. Quatro gols, virada no placar, muita emoção, estreia, lambanças e tudo que pode compor um grande clássico. Pelas chances criadas, o empate foi justo, uma vez que os times alternaram bons momentos durante a partida.

Agora, de onde ninguém esperava veio a grande lambança da noite. Felipe, dono de técnica invejável, resolveu ser senhor de si e abusou da displicência ao tentar sair jogando dentro da área. Perdeu a bola e Zé Roberto, dispersou, deixou Julio Cesar roubar a bola e empatar o clássico.

Aliás, esta dupla do Vasco destoou do time no Maracanã. O Fluminense apresentou as suas armas. A jogada aérea e Deco. Só que a segunda ainda está descalibrada, como foi visto no fim do jogo. Agora, quando Deco entrar em forma, vai ser difícil segurá-lo ao lado do Conca.

Mas, o meu assunto é o Maracanã. Vem mais uma reforma e o torcedor vai curtindo os últimos capítulos desta história. A partir de janeiro, Engenhão, São Januário, Cidadania serão os novos palcos dos jogos dos cariocas.

O bom e velho Maraca vai sair de cena para receber, talvez, a última grande reforma. No entanto, antes de mudar de roupa, ele viu um grande clássico, à altura da sua tradição!!!

Clássico e seus mistérios

Carlos Alberto pode ficar banco no domingo (soumaisvasco)

Um Vasco e Fluminense como nos velhos tempos. Maracanã lotado, torcidas empolgadas e times em ascensão no Brasileirão. De um lado, o Fluminense líder do campeonato e cheio de estrelas. Do outro, o Vasco crescendo sob o comando do técnico PC Gusmão, que tem um time para sonhar com voos mais altos em 2010. O banco de reservas pode fazer a diferença no domingo.

Os treinadores são estrategistas e talentosos. Muricy Ramalho tem mais currículo e um elenco mais forte nas mãos. Só que PC tem o mérito de ter reorganizado o Vasco, que estava perdido até a Copa do Mundo e era apontado como um sério candidato ao rebaixamento. Com as chegadas de Felipe, Zé Roberto, Éder Luís e Carlos Alberto, o time ganhou em experiência e qualidade.

Falando em qualidade, Deco é a próxima atração no lado tricolor, mas acho que Muricy vai deixá-lo como opção para o segundo tempo. Lançar o reforço logo no início pode ser repetir o erro cometido quando Belleti teve a estreia antecipada. Onde ele está? No departamento médico.

Além disso, o Fluminense está certinho no esquema 3-5-2. Quando Deco entrar, um zagueiro precisa sair, com Diogo sendo recuado para formar o terceiro zagueiro.

No Vasco, Carlos Alberto, que deve estar fazendo pressão no PC para começar como titular, o que é normal, pois ele quer sempre jogar, deveria ficar no banco. Ele está fora de forma e o time acertou com Eder Luís e Zé Roberto na frente.

Mesmo distantes na tabela do Brasileirão, não dá para apontar um favorito no domingo. Mas, uma coisa é certa: vai ser um jogão à altura das tradições dos clubes e do Maracanã.

Flu de Muricy

Deco, Celso Barros e Fred são as apostas do técnico Muricy em 2010 (twitter Fred)

O Campeonato Brasileiro ainda tem muita bola para rolar, mas o Fluminense está somando preciosos pontos na luta pelo bicampeonato. Sob a batuta do Muricy Ramalho, o time está jogando bonito. Quando Deco estrear, algo que vai acontecer no domingo, no clássico com o Vasco, o time vai ter um quarteto de respeito (Fred ou Washington, Conca, Emerson e Deco).

Com um parceiro forte (Unimed), a diretoria soube gastar nesta temporada, mas o grande reforço está no banco de reservas. Muricy Ramalho, expert em Campeonatos Brasileiros, deu liga ao time tricolor em pouco tempo. Há os críticos que reclamam que o Flu vence de pouco, mas eu pergunto: o importante não é vencer? Quantos pontos valem a goleada? Os mesmos três pontos do 1 a 0.

Hoje, o Flu é a cara do Muricy. Time eficiente, trabalhador e com cara de campeão. Se os concorrentes não abrirem o olho, o Tricolor vai disparar na liderança. Depois, não vale ficar chorando ou dizendo que foi sorte. Tem que trabalhar para não deixar abrir. Hoje, o Flu já tem quatro pontos de distância para o segundo colocado (Corinthians) e dez para o terceiro (Avaí).

Este Brasileirão periga ficar sem graça com muitas rodadas de antecedência. Se bem que algumas surpresas estão aparecendo. Com os reforços, o Botafogo cresceu e Joel Santana ganhou um bom banco de reservas, com muitas opções. O ataque, dor de cabeça do Flamengo, é motivo de sorrisos em General Severiano.

O Vasco, do invicto PC Gusmão, pode subir ainda mais na tabela. Quando Felipe entrar em forma, o time vai ganhar uma cara bonita. Se o Carlos Alberto colocar na cabeça que tem futebol para servir à Seleção Brasileira, o Vasco vai navegar em águas tranquilas em 2010.

Já no Flamengo, tudo depende das contratações que o Zico vai conseguir fazer. O ataque precisa de, pelo menos, dois jogadores. Um para formar dupla com Leandro Amaral e outro para a reserva, pois o campeonato é longo.

O São Paulo é a grande decepção neste início. Sobre os outros concorrentes dos cariocas, escrevo no próximo post. Boa semana!!

Atuações Flamengo x Vasco

Petkovic foi a melhor opção do Fla no clássico (Maurício Val/VIPCOMM) 

A partir de hoje, vou abrir um espaço para dar notas as jogadores do principal jogo da rodada. Escolhi o clássico Flamengo x Vasco, no Maracanã, para abrir os trabalhos. Fique à vontade para participar e dar as suas notas também. Lembre-se que futebol é discussão de ideias e todos podem participar.

FLAMENGO
Marcelo Lomba – Boa atuação, principalmente no primeiro tempo. Fez importantes defesas – Nota 8
Léo Moura
– Cresceu no segundo tempo, mas teve trabalho com o lado esquerdo do Vasco – Nota 6,5
Jean
- Teve dificuldades para segurar Nunes no primeiro tempo. No segundo, se impos pela força, mas tem pouca técnica – Nota 5
Ronaldo Angelim
– Jogou com a seriedade de sempre, não inventa – Nota 7
Juan
– Discreto em boa parte do jogo. Apoiou pouco e foi envolvido no primeiro tempo pelo lateral Irrazábal – Nota 5
Willians – Incansável na marcação ao meia Felipe. Ainda teve fôlego para avançar – Nota 7,5
(Michael) – Tem vaga neste time. Entrou bem e melhorou a produção do lado esquerdo. Nota 6,5
Corrêa
- Atuação discreta. Tem categoria para a função de volante, mas precisa aparecer mais sem a bola – Nota 5
Kleberson
- Há quanto tempo não joga? Um pentacampeão que pode ir para o banco – Nota 3
(Fernando)
– Entrou para compor o meio-campo. Pouco brilho nos minutos em que esteve em campo – Nota 4
Petkovic
– Único a pensar no meio-campo do time. Quando cansa, o Flamengo some, mas é sempre perigoso – Nota 7
Borja
– No máximo, uma boa opção no banco de reservas. Brigou muito e só - Nota 3
Val Baiano
– Ainda está fora de forma e sem ritmo de jogo. Brigou com a bola. Foi notado quando levou um cartão amarelo – Nota 2
(Vinícius Pacheco) – No atual time, não pode ficar no banco. Seria uma boa opção para puxar contra-ataque, mas não entrou bem - Nota 4
Téc: Rogério Lourenço
– Armou um time muito atrás, para explorar o contra-ataque. Escolheu mal as peças – Nota 4

VASCO
Fernando Prass
– O nome do jogo. Fez defesas sensacionais. Ainda precisa melhorar a reposição de bola  - Nota 9
Irrazábal
- No início, o paraguaio deu a impressão de que seria a solução para o setor, mas caiu – Nota 5
(Fágner)
– Entrou cercado de expectativa, mas foi pouco acionado. Mesmo assim, quase fez um gol – Nota 6
Dedé – Zagueiro sério e que não inventa. Às vezes, erra na pegada. Venceu a  maioria das jogadas – Nota 7
Fernando
- Sentiu o tempo fora da equipe, mas salvou o time em alguns momentos - Nota 6
Carlinhos – Vem subindo de produção e começou bem o clássico, mas caiu junto com o time no segundo tempo – Nota 6
Nílton – Atuou como terceiro zagueiro e fez bem a função. Pode ser a sua posição no novo time do Vasco – Nota 6
Rafael Carioca – Bom jogador, desarma com precisão, mas não precisava dar a cotovelada em Willians – Nota 6
Rômulo – Atuação abaixo das anteriores. Sentiu o clássico – Nota 4
Felipe – Sentiu o ritmo da partida e ainda está distante do Felipe que pode ser – Nota 5
(Éder Luís) – Não tem vaga no time, mas é uma boa opção. Precisa aprender a chutar – Nota 4
Zé Roberto
– Melhor opção ofensiva do Vasco, deu bons chutes no primeiro tempo, mas cansou no segundo – Nota 7
Nunes – Era uma boa opção na frente, fazia bem o pivô, mas precisa ter mais presença dentro da área – Nota 6
(Carlos Alberto)
– Claramente fora de forma e sem ritmo, mas PC Gusmão vai ter que encontrar vaga para o capitão. Não pode ser em lugar do Nunes – Nota 4
Téc: PC Gusmão
– Errou ao tirar Nunes, mas passou a ter um bom elenco nas mãos. Segue invicto no Brasileirão e está arrumando o Vasco – Nota 6

E agora, Fla?

Adriano e Love se desesperam com os gols perdidos (Globoesporte.com)

A derrota no Maracanã para a La U deixou a missão do Flamengo bem difícil na Libertadores, mas não impossível. O time precisa vencer por dois gols de diferença para chegar às semifinais. O grande problema no Rio foi a finalização. Adriano e Vagner Love não estavam em dia com o gol, apesar de o Imperador ter deixado o seu. Os gols perdidos vão pesar no confronto com os chilenos. Uma semana de preocupação para a torcida que, mais uma vez, fez a sua parte lotando o estádio.

Aliás, falando na torcida, gostaria de entender esta relação com o goleiro Bruno. Parece mulher de malandro, que quanto mais apanha, mais gosta. No outro jogo, ele mandou beijos como forma de ironizar as vaias. Agora foi a vez da mão na orelha para pedir para que os gritos aumentassem. Não bastasse isso, Bruno disse que está se lixando para o torcedor que o vaiou. Afinal de contas, qual é o futuro desta relação?

A Copa do Mundo veio bem a calhar no calendário rubro-negro. Esta parada pode servir para esfriar os ânimos e buscar soluções imeadiatas para alguns focos de insatisfação. Caso contrário, a temporada 2010 pode não acabar bem pelos lados da Gávea.

Muito trabalho, Muricy!

Grêmio comemora no Maracanã

A vitória do Grêmio por 3 a 2, em pleno Maracanã, praticamente eliminou o Fluminense da Copa do Brasil. Ainda tem o jogo de volta, mas a vantagem é bem grande para fazer o time gaúcho avançar na competição. O técnico Muricy Ramalho viu, bem de perto, que vai ter muito trabalho daqui pra frente. A impressão que fiquei é que o Campeonato Brasileiro vai ser uma caminhada árdua para o Tricolor. Com este time, que está na conta do chá (sem Conca e Fred), o Fluminense é presa fácil.

Agora, vontade e transpiração não faltaram no Maracanã, mas foi pouco para quem sonha com o bicampeonato. Do outro lado, um Grêmio insinuante e que vive um ótimo momento na temporada 2010. Domingo deve carimbar mais um Gauchão e está bem próximo da semifinal na Copa do Brasil. No Olímpico, o buraco é mais embaixo e acho pouco provável a virada do Flu.

Muricy saiu do Maracanã com outra certeza: a defesa do Fluminense é bem limitada e vai deixar o novo treinador rouco e louco de raiva à beira do campo.

Duelo de peso

Vários poderiam ser os adjetivos para o encontro entre Flamengo e Corinthians no Maracanã, mas preferi escolher dois personagens para escrever sobre o clássico. Depois de muito pensar, acho que Adriano e Ronaldo são nomes de peso para tratar do tema. Dois atacantes infernais (já foram). Dois atacantes de seleção brasileira (pelo menos um já foi). Dois craques (um nunca foi). Dois jogadores talentosos (nunca foram). Mas sempre foram nomes de muito peso no futebol mundial.

A história do Imperador e do Fenômeno se fez lá fora, na Europa, mas precisamente na Itália, onde os apelidos são exportados. Não posso negar que os dois já encantaram o mundo, deixaram os torcedores rivais apavorados, mas creio que chegou um estágio da carreira deles (em especial, o Ronaldo) que  a motivação parece estar longe. Vamos ao túnel do tempo de 2010. Adriano tem sido destaque nas páginas de esporte ou de fofocas? Ronaldo tem tido destaque pelos gols ou pela ausência?

Seja como for, o passado absolve os dois, mas não dá o direito de brincar com o torcedor, que paga muito caro para vê-los bem de perto. Nesta quarta-feira, mais de 70 mil apaixonados vão ao Maracanã. Qual será o Adriano que vai aparecer por lá? E o Ronaldo? Será que o Fenômeno vai se importar com as vaias ou ficar nervoso com as provocações?

Aguardo um ótimo jogo e um duelo digno dos dois grandes atacantes que um dia encantaram o mundo com dribles e gols sensacionais.

Love e os erros

Love fez os dois gols e levou o Fla à final da Taça Rio (agência Estado)

Presenciei quase tudo no Maracanã. Vi uma zaga atordoada, parando para pedir impedimento e deixando o atacante em condições de abrir o caminho da vitória. Vi um goleiro hesitante ao sair do gol em várias jogadas. Vi um árbitro ter influência direta no resultado. No final, vi o de sempre, o Flamengo deixar o Vasco pelo caminho. Mas, vamos por partes.

Vagner Love não tem nada com os erros do Vasco e da arbitragem. Ele soube aproveitar a fragilidade do sistema defensivo e infernizou, ao lado do Bruno Mezenga, os vascaínos. Love disparou na artilharia do Estadual (14 gols) e tem tudo para ser o nome do campeonato. Mesmo sem Adriano, ele soube levar o Fla à final da Taça Rio.

O Vasco foi confuso e o técnico Gaúcho demorou a abrir mão dos três volantes. Além de ter mexido mal no time. Pelo que apresentou no Campeonato Estadual, o Vasco demonstrou que precisa de, pelo menos, quatro reforços para o time titular se não quiser brigar do meio para baixo na tabela do Campeonato Brasileiro.

Sobre o árbitro João Batista Arruda, ele estava indo bem e adotando o mesmo critério na aplicação dos cartões, mas errou feio ao não dar o toque de mão de Willians dentro da área. Todo mundo viu, até ele, mas seu João preferiu rir e mandar o jogo seguir.

Pela quarta vez consecutiva, Botafogo e Flamengo vão disputar o título. Será que o resultado vai ser igual?

Meio Império do Amor

Império do Amor (charge Gabriel)

Sendo quarta ou quinta, tudo vai depender da chuva no Rio, que não para de castigar a cidade, o Império do Amor está desfeito contra o Universidad do Chile. Adriano sentiu dores lombares e foi vetado para a partida. Seria um risco colocar o Imperador com o gramado pesado. Vale lembrar que domingo tem semifinal da Taça Rio, contra o Vasco, no Maracanã (se a chuva deixar). Estas dores lombares vieram de onde? Da Vila Cruzeiro ou do Ninho do Urubu? Seja de onde for, Adriano vai fazer falta.

Responsabilidade maior para Vagner Love, o 9 rubro-negro. Ele vai ter a missão de levar o Flamengo à liderança do grupo. Um empate ou derrota distanciam o time da luta por uma vaga sem precisar ser um dos melhores segundos. Vamos a um outro ponto desta partida. Seria uma falta de sensibilidade manter o jogo para esta quarta, pois a torcida não vai ter condições de ir. A chuva que cai no Rio de Janeiro não está em nenhum almanaque. As torneiras não fecham e alagamento é a palavra mais ouvida na Cidade Maravilhosa.

Quinta é uma boa possibilidade, pois daria para limpar o entorno do Maracanã para dar um pouco de conforto ao torcedor. Agora, será que alguém está pensando no torcedor? Tenho certeza que não, ele está em último na escala das prioridades.