Foi a melhor notícia do dia, superando qualquer outra: o Monstro Chico Anisyo está voltando para casa, depois de passar por duas operações e superar uma fase difícil, mas com o bom humor de sempre.
Fico feliz porque, além do humorismo, ele tem uma relação estreita e eterna com o futebol, que sempre tratou com o carinho e a graça que os grandes craque tratam a bola. Por conta disto, criou o impagável craque Coalhada.
Na sua primeira fase de torcedor, era América e foi esta relação que certamente rendeu muita badalação e alavancou grandes matérias no rádio, nos jornais e na tv. Mais tarde, com a virada para baixo dos Diabos Rubros, Chico virou casaca e foi torcer pelo Vasco da Gama, justificando que a vida é feita de alegrias e que não queria perder novas oportunidades de ganhar títulos e comemorar muitos gols.
Enquanto torcia pelo América e pelo Vasco, sedimentou definitivamente o reconhecimento de ser o único profissional de televisão realmente considerado gênio. Além dos quase 200 tipos que criou e interpretou, andou dando aulas recentemente em alguns filmes e mini séries de tv.
Hoje, recuperado do susto, certamente vai continuar na estrada, ajudando os amigos, criando novos tipos e histórias geniais, divertindo a todos nós e desfilando suas críticas sobre futebol com o conhecimento de quem foi comentarista de rádio.
Monstro sagrado do humor e do futebol!

Galera!
Vem aí a 18ª rodada do Campeonato Brasileiro! Vamos as nossas apostas.
As minhas são:
Cruzeiro x Flamengo – Cruzeiro
Fluminense x Palmeiras – Fluminense
Prudente x Botafogo – Empate
Lembro que quem fizer mais pontos até o final da competição vai ganhar um brinde do site Monstros do Futebol.
O placar atual é:
Aiello – 31 pts, Sandro Marinho – 31 pts, Vinícius Faustini – 31 pts, Fernanda Costa – 25 pts, Heldeni da Silva – 23 pts, Paulo Júnior – 21 pts, Jonathan Saraiva – 19 pts, Luiza Portela – 18 pts, Sadon França – 17 pts, Daniel Almeida – 17 pts, Dylan Febras – 17 pts, Frederico Martins – 17 pts, Leo Lagden – 17 pts, Rafael Max – 16 pts, Affonso Andrade – 15 pts,Gustavo Soares – 15 pts, Leozão – 15 pts, Maria de Almeida – 13 pts, Alex Salgado – 13 pts, Marcelo Wance – 13 pts, Junior – 11 pts, Diogo Trindade – 10 pts, Caio Gomes – 9 pts, Nastassja Febras – 9 pts, Decola Urubu – 9 pts, Humberto Rocha – 9 pts, Cristiano Estolano – 8 pts, Bernardo Edler – 8 pts, Ivan Brandão – 7 pts, Carlos Café – 7 pts, Lorhan Pizzo – 5 pts, Maurício Sawczuk – 5 pts, Ralph Guichard – 5 pts, Fred Bahia – 5 pts, Reinam Ribeiro – 4 pts, Suleiman Legentil – 4 pts, Marcos Perello – 4 pts, Ricardo Milepp – 4 pts, Jessica Martins – 4 pts, Marcos Benjamim – 3 pts, Raphael Bittencourt – 3 pts, Flávio Barbosa – 3 pts, Rafael Carnevale – 3 pts, Sérgio Barros – 3 pts, Bruno Tex – 3 pts, Luan Loiola – 3 pts, Vitor Rangel – 3 pts, Sabrina Vieira – 3 pts, Jessica Belchior – 3 pts, Diego Fiúza – 3 pts, Igor Novello – 3 pts, Layziane Silva – 3 pts, Allan Alves – 3 pts e Forever Young – 3 pts, Jercy Cordeiro – 2 pts, Vitor Cerqueira – 2pts, Rafael de Oliveira – 2 pts, Gustavo Sereno – 2 pts, Carlos Ramos – 2 pts, Mário Lúcio – 1 pt, Fred – 1 pt, Victor – 1 pt, Kevin 1 pt, Leandro Tasca – 1 pt, , Luana Migon – 1 pt, Sidnei Paulo – 1 pt, Luiz Felipe – 1 pt, Alexandre Yunes – 1 pt, Daniel Meireles – 1 pt, Rodrigo Carrusca – 1 pt, André Gonçalves – 1 pt, Guilherme Leão – 1 pt, Camila Oliveira – 1 pt, Gilson Júnior – 1 pt, Mario Luiz – 1 pt
As apostas são válidas até 2 horas antes do início da rodada.

A carreira de um jogador começa na base. Lá ele aprimora fundamentos, erra, aprende e evolui. Quando sobe para o futebol profissional, muitas vezes sofre um impacto muito grande. Porém, há craques que já entram no futebol de cima jogando muito e mostrando personalidade como foi o caso de Robinho.
O menino da Vila surgiu para o Brasil e para o mundo em 2002, quando somado a uma geração de craques, levou o Santos ao título brasileiro. Em 2003, a equipe chegou a final da Libertadores, mas foi derrotada pro Boca. Em 2004, ele marcou 21 gols em 36 partidas, chamando atenção de clubes europeus.
E assim, ele partiu para Espanha. O destino era o Real Madrid. Muitos comparavam o garoto a Pelé e esperavam que Robinho, em breve, se tornasse o melhor do mundo. Porém, não foi o que aconteceu. Algumas boas atuações, outras não, e nem titular absoluto ele era. Venceu o Espanhol por duas temporadas seguidas (2006-2007 e 2007-2008) e a Supercopa de 2008.
Na Seleção, ganhou a Copa das Confederações (2005) e Copa América (2007), sendo eleito o melhor jogador da competição, com a seleção brasileira. Fez parte do elenco que foi a Copa do Mundo da Alemanha em 2006.
Em 2008, Robinho estava em baixa no Real Madrid e saiu pela porta dos fundos, brigado com a torcida. O destino foi o Manchester City. Não conseguiu muito sucesso e retornou ao Santos, emprestado, com objetivo de reencontrar seu futebol, visando à Copa do Mundo 2010. Foi campeão paulista e chegou à Copa do Mundo como uma das esperanças brasileiras, mas fracassou. E muito.
Robinho teve uma postura muito ruim na Copa da África. Uma pena. Não pelo futebol, mas pela irritação. O menino da Vila, que encantava com futebol moleque, estava esquisito, diferente, mudado. Discutindo com árbitros, com um semblante feroz, parecia que estava numa guerra.
Voltou do Mundial e ergueu a taça de campeão da Copa do Brasil com Santos, era o capitão da equipe. E logo depois voltou ao seu clube, o Manchester City, e agora está de saída.
A vida sempre dá chances às pessoas e pelo visto Robinho está tendo mais uma. O Milan não se encontra nos melhores dos seus dias. O casamento pode ser perfeito. Torço por Robinho. Não esse Robinho envolvido em polêmicas, em baixa no Real Madrid, descontrolado na Copa do Mundo, mas pelo Robinho que joga bola.
Afinal, foi assim que ele encantou o Brasil em 2002. Ainda tem tempo para se consagrar como grande jogador de futebol e disputar pelo menos duas Copas do Mundo. Tem várias temporadas europeias pela frente.
O tempo não passa tão devagar como muitas vezes parece. Mas também não voa como nos dá impressão. Robinho está em uma idade intermediária para o futebol. Tem tempo e experiência de sobra para brilhar pelo mundo afora. Fica a torcida pelo craque!
*colaborador do Monstro: Danilo Silveira

Mais de mil apaixonados vascaínos foram ver de perto o goleiro Fernando Prass. O jogador participou de uma noite de autógrafos na loja Hawaii Sports, no Shopping Tijuca. O evento estava marcado para as 20h, mas desde cedo os torcedores chegaram para garantir um lugar na fila. Em outros tempos, um goleiro não despertava tanta atenção, isso era com o camisa 10, 9 ou 11 do time. Só que os tempos são outros.

Fernando Prass colocou um ponto final na posição que andava carente no clube. Além disso, participou de uma fase de transição. A saída da série B foi um marco para a nova geração. Prass atendeu a todos com muita alegria, tirou fotos, distribuiu autógrafos e simpatia.

A noite mostrou que o Vasco tem vários ídolos. Carlos Alberto e Felipe, os mais famosos e caros do elenco, sabem que Fernando Prass também conquistou um lugar no coração dos torcedores. Os resultados dentro de campo também ajudam neste processo de idolatria.

Tem um outro fator que chama a atenção: Prass é um cara sério e um profissional sem nada que faça um pai desistir de comprar uma camisa de goleiro para seu filho. Um exemplo, algo raro nos dias de hoje do futebol.

O Brasil tem o poder de revelar craques em uma velocidade assustadora. Cada dia surge uma nova joia. O exterior é o destino da maioria deles depois de fazerem sucesso por aqui. Não é à toa que a UEFA Champions League terá mais de 80 brasileiros espalhados pelos clubes. E muitas das vezes esses craques estão “escondidos” em times de menor porte.
Muitas pessoas olham a série B como um torneio de um nível técnico muito baixo e um futebol muito fraco. Não é bem assim. Obviamente, na série B, não se encontram times com a qualidade técnica de um Fluminense, São Paulo ou Cruzeiro, mas a segunda divisão do Brasileirão tem bons jogadores, que merecem atenção especial.
Acompanhando a série B, principalmente às terças-feiras, deparo com alguns nomes conhecidos, e até me surpreendo pelo fato de estarem jogando fora da primeira divisão. O que falar de Dodô? Artilheiro no Botafogo em 2007, valorizado no mercado e disputado por muitos clubes. Hoje, ele faz parte do elenco da Portuguesa.
O que falar de Reinaldo? Fazia parte do elenco do tricampeonato do Flamengo em 2001, jogou em clubes grandes como São Paulo e Botafogo, mas hoje está no Figueirense. Marcelinho Paraíba, jogador de seleção brasileira, atuou pelo Grêmio, Flamengo e hoje está no Sport. Morais, promessa vascaína, atua hoje pelo Bahia.
E tal situação não se limita as quatro linhas. Ney Franco, campeão da Copa do Brasil com o Flamengo em 2006, técnico do Botafogo em 2009, caiu com o Coritiba ano passado e continuou no cargo, disputando a série B.
Renato Gaúcho, campeão da Copa do Brasil em 2007 e vice-campeão da Libertadores com o Fluminense, em 2008, até um mês atrás estava no Bahia. Geninho, campeão brasileiro com Atlético-PR, em 2001, hoje dirige o Sport.
Jogar a série B não significa o fim do mundo. Muitos jogadores, considerados bons, passaram por lá. Aliás, por ter o mercado menos cobiçado, torna-se uma vitrine interessante. Lá, Cuca, em 2009, foi encontrar o volante Willians, hoje cotado para ir para seleção brasileira de Mano Menezes.
Aliás, Mano, hoje considerado um dos melhores técnicos do Brasil, passou por lá duas vezes, subindo com Grêmio e Corinthians. Portanto, olhem para série B com bons olhos.
Lá se encontram bons jogadores, grandes promessas. Olhem para Ciro, atacante do Sport. Reparem o talento de Willian, atacante do Figueirense. Quem sabe, num futuro próximo, eles não possam estar brilhando pelos gramados da série A?
*colaborador do Monstro: Danilo Silveira

Silas chegou esbanjando confiança no atual elenco e pronto para recuperar algumas peças. Petkovic, que só está jogando um tempo de cada jogo, e os atacantes mereceram atenção especial do novo treinador. Só que o tempo joga contra o técnico e o Flamengo, que está na parte de baixo da tabela do Brasileirão. Por isso, o discurso precisa entrar em campo. Eis a questão: como fazer?
Vejo um Flamengo cansado no segundo tempo das partidas e o Renato Abreu visivelmente fora de forma. Cadê os preparadores físicos? Zico mudou a comissão técnica e precisa cobrar resultados desta turma. Sentindo isso à distância, Silas trouxe novos nomes para a comissão rubro-negra. Como ex-jogador, ele sabe que não pode desperdiçar talento, artigo raro no futebol brasileiro.
O treinador confia em Val Baiano. Tirando ele e o filho do Zico (Junior), que foi quem trouxe o atacante para o Flamengo, ninguém mais aposta no vice-artilheiro do Brasileirão 2009. Mas, como está começando um novo tempo na Gávea, cabe um voto de confiança.
Agora, sem Diogo e ainda sem o Deivid, Silas e a torcida vão sofrer bastante no campeonato. Val Baiano e Leandro Amaral, que ainda está muito longe de ser o Leandro Amaral, irritam qualquer monge budista.
Dois minutos mudaram tudo no Flamengo de domingo, em Campinas, justamente no dia em que o time fez uma partida razoável, mostrando certos progressos e apresentando um padrão técnico mais encorpado que nas últimas vezes.
Não tivesse o juiz dado o acréscimo de quatro minutos no segundo tempo e não teria acontecido a virada do placar, não teria perdido bruscamente três posições na tabela de classificação e Silas, que assume hoje como novo treinador, começaria a trabalhar dentro de outro cenário.
Agora, sem tempo para maiores depurações, Silas vai apelar para a conversa motivacional com o grupo e, por não ter como inventar nada de diferente no que assistiu em Campinas, vai utilizar a base do time de domingo na sua estréia oficial, contra o Cruzeiro, na quarta, em Uberlandia.
Mas, ao deixar o Estádio Brinco de Ouro, após a virada do Guarani, seu caderninho de anotações estava recheado de observações já para a próxima partida.
Viu que o time ao perder Diogo prematuramente deixou de evoluir para o formato ofensivo que necessita, deixando por conta de Val Baiano, ainda completamente tonto, a missão de fazer os gols. E anotou que precisa de uma opção urgente para substituir Petkovic no segundo tempo, liberando o gringo para dar tudo no primeiro tempo e abrir, ainda com ele em campo, algum tipo de vantagem no marcador.
E, finalmente, que a velha lição de casa das peladas de que no finalzinho da partida, ganhando por 1 a 0 e jogando na casa do adversário, tem que recuar todo mundo e fazer o tempo passar com a bola presa nos pés do mais experiente até o juiz encerrar, continua valendo.
Foi o que faltou no domingo em Campinas. E o mais experiente para furar a bola era o Pet, que estava cansado e não conseguia nem correr, quanto enxergar a bola.
Na prorrogação do primeiro tempo, aos 47 minutos, Jean marcou de cabeça e fez Flamengo 1 a 0 sobre o Guarani. Aos 30 do segundo tempo, pênalti contra o Flamengo que Marcelo Lomba defendeu. Pensei cá comigo “É o dia do Flamengo, uma vitória que chega em boa hora”.
Aos 38, como de hábito, Val Baiano perdeu uma boa oportunidade, mas era só deixar a bola correr e o tempo passar. Ledo engano. Em dois minutos, aos 46 e 47, portanto nos acréscimos, o Guarani fez dois gols e venceu um jogo que parecia perdido.
Uma derrota como esta deve ser uma lição para todos os profissionais, pensei outra vez. Novo engano: o Fluminense fez um gol aos oito minutos, contra um São Paulo desorientado e sua torcida e seus jogadores passaram a pressentir a vitória.
O Fluminense começou a jogar preguiçosamente, centralizando as jogadas em Deco e Conca, enquanto a torcida cantava, comemorando uma vitória que parecia definida.
Mais eis que novamente o minuto fatal deu o ar de sua graça. Em um minuto, o São Paulo fez dois gols e passou a vencer o jogo. O lugar não era o mesmo, mas, inegavelmente, o raio caia sobre dois times cariocas, como um castigo à pretensão de ambos.
Mal refeito das minhas elocubrações, eis que o Flu tem um pênalti a seu favor. Pelo menos um dos dois vai se salvar a tempo, pensei.
Mas Rogério Ceni tratou de mostrar que a melhor definição do futebol é a do grande Benjamim Wright: futebol é uma caixinha de surpresas…

A UEFA sorteou os grupos da próxima edição da Champions League. Além disso, foram premiados os melhores da temporada anterior, com dois brasileiros na lista (Julio Cesar e Maicon). Ao longo da semana, vamos debatendo grupo a grupo da Liga e suas dificuldades. O Grupo A conta Inter de Milão, Werder Bremen, Tottenham e Twente e promete ser um dos mais equilibrados desta edição.
A atual campeã da Champions League, Inter de Milão, dos brasileiros Júlio César, Maicon e Lúcio, terá pela frente adversários difíceis como o Werder Bremen e o Tottenham, que vieram da fase de classificação. A equipe de Milão vem forte para a temporada, contando com o talento do trio de ataque Samuel Eto’o, Sneijder e Diego Milito e com uma defesa sólida.
O Werder Bremen derrotou a Sampdoria em um duelo dramático. Depois de vencer por 3 a 1, em casa, a equipe chegou a estar perdendo por 3 a 0 no jogo de volta, mas um gol salvador nos acréscimos levou a partida para prorrogação, onde a equipe fez um gol e garantiu a classificação. O mais novo reforço da equipe alemã para a fase de grupos da Champions League é o volante Wesley, que veio do Santos e tem tudo para dar certo.
O Tottenham, por sua vez, passou sufoco diante do Young Boys. A equipe chegou a estar perdendo por 3 a 0 no primeiro jogo, mas conseguiu diminuir para 3 a 2. Na partida de volta, os ingleses venceram por 4 a 0, com três gols do grandalhão Peter Crouch, garantindo presença na fase principal da Champions League.
Atenção para o bom e veloz meio campista Lennon, que esteve na Copa do Mundo 2010 com a camisa da Inglatera, e para o meia mexicano Giovanni dos Santos, que também esteve no mundial da África.
Desbancando Ajax e PSV, o Twente sagrou-se campeão holandês da última temporada garantindo vaga na fase de grupos da Champions League. A equipe conta com o sulafricano Parker. Em um grupo já embolado, os holandeses chegam para tentar uma vaga nas oitavas.
*colaborador do Monstro: Danilo Silveira

O III Fórum de Jornalismo Esportivo do CCAA foi marcado pelas ótimas informações passadas pelos palestrantes aos mais de 80 apaixonados por Comunicação e futebol. Luiz Mendes (Rádio Globo), Renata Cordeiro (TV Record) e Gerson (TV Bandeirantes e Rádio Globo) marcaram presença.
O Fórum começou com o Mestre Luiz Mendes dando um show de histórias e abusando da memória. Mendes lembrou fatos da década de 30, como se eles estivessem acontecendo naquele instante. O Comentarista da Palavra Fácil atendeu a todos com muito entusiasmo e deixou claro a importância destes encontros.
“É sempre muito bom poder falar com os jovens e passar a eles um pouco da nossa história”, exaltou o Mestre. Em seguida, as Copas do Mundo foram passando na memória de Luiz Mendes como se fossem cenas de um filme, sempre muito bem descritos, com riqueza de detalhes.

A segunda atração foi a jornalista Renata Cordeiro, que retratou o universo feminino no jornalismo esportivo. Vencer os desafios da profissão é uma batalha diária para as mulheres. No entanto, um rosto bonito não garante sucesso. O talento está acima de tudo.
“Indico aos alunos que comecem no rádio ou no jornal. É importante saber lidar com o improviso do rádio e escrever bem, característica do jornal. Minha carreira não começou assim, pois fui logo para a televisão. Na TV, aprendi com grandes mestres. Armando Nogueira foi o maior e dava lições diárias”, destacou Renata.
Para encerrar o Fórum, Gerson arrancou boas risadas com o seu bom humor e “críticas” ao ex-treinador da Seleção, Dunga. O Canhotinha de Ouro relembrou como começou na carreira de comentarista, ainda na década de 70.
“Parei de jogar porque não aguentava mais viajar de avião. Doalcei Camargo e Carlos Marcondes fizeram o convite e eu aceitei. O início na Tupi foi difícil porque é muito complicado pegar o microfone e falar. Com o tempo, me soltei e adoro o que faço”, disse o comentarista da Band e da Rádio Globo.

O evento contou com apoio cultural da Ediouro, que enviou vários livros da literatura esportiva, da Hawaii Sports e Estilo Carioca, responsáveis pelo envio de brindes. O escritor Marcelo Migueres, autor dos livros ”Caiu na Área é Pênalti” e ”20 anos da Copa do Brasil” (em parceria com Alex Escobar), também foi ao Fórum.

Agradeço a todos os envolvidos no projeto, que está apenas no começo. Muito obrigado aos participantes e organizadores (CCAA, Denise Braga, Gisele Paris, LabTV e a equipe da Mariane Mello, uma incansável parceira). Não posso esquecer da agradecer ao RockBola e José Carlos Araújo, que ajudaram na divulgação do Fórum.
Até o IV Fórum, sempre com muita informação e bom humor!!